Cadeados no portão
Cheiro de pólvora no ar
Na escura rua uma explosão
Menos uma alma em seu lar
Nos olhos apenas ódio
Pelas mãos muitas vidas tirou
De quem é a culpa dele
Ou da sociedade que formou?
Não consegue aceitar
Muito menos compreender
Porque alguns com muito
E, ele sem o que comer
Quando criança sofreu
Os males de menino de rua
Cresceu sem ser enxergado
Abandonado pela opnião pública
Náo conheceu afeto
Só compreendeu o mal
Para ele a vida pouco valia
Matar ou morrer era banal
Em uma tarde chuvosa
Um latrocínio ocorreu
Trocou tiros com a policia
Com sete tiros morreu
Enterrado como indigente
Ninguém em seu funeral
Se foi uma vida sinistra
Se foi um filho do mal
Não foi apenas sua culpa
As vidas que muito finou
Apenas puxou o gatilho
E o monstro SIST auxiliou
Poesias, contos e aventuras...espanto!!!
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domingo, 27 de maio de 2012
sábado, 24 de março de 2012
A Repetência e o Aluno
Estava a ler uma reportagem no site da revista Nova Escola sobre o questionamento da repetência dos alunos. Se melhora o desempenho educacional, reté-lo ou prejudica a sua trajetória na educacao básica?
Segundo o SITE, reter o aluno possibilita uma grande chance de que ele seja reprovado novamente ou abandone a escola.
Vera Masagão, pesquisadora e coordenadora geral da Ação educativa em São Paulo, Comenta que:
"A repetência não traz benefícios para o aluno. Ele não vai aprender mais ao ser afastado de sua turma e passar mais um ano assistindo às mesmas aulas dadas no ano anterior. É preciso avaliar quais são suas deficiências. Não basta passar de ano. O importante é aprender."
Creio que a maioria dos professores da educação básica concordam plenamente com a reportagem do site e da pesquisadora Vera Masagão. Porém, como fica o desempenho do aluno fora da escola, ou seja, ao fazer o vestibular, entrevista de emprego ou um concurso público? Será que o aluno encontrará as mesmas Facilidades da aprovação automática na vida? É preciso refletir sobre essas ações ou seja, as universidades públicas precisam se adequar a esse aluno que sai da escola sem condições nenhuma de passar em um vestibular público. Criar cotas para o aluno semi-analfabeto.
Ou será que para os nossos governantes esse tipo de aluno não fará falta para o mercado de trabalho?
É por isso que dizem que o Brasil é o país do futuro, porque ele nunca terá um presente.
O que realmente pode ser feito de objetivo para rever essa defasagem de nossos estudantes de escola pública? Buscar O modelo educacional europeu, como acontece, funciona de fato para um país que possui uma estrutura social e econômica totalmente Deficientas para atender a sua população? As perguntas são pertinentes, pois são de fatos os professores que estão vivendo com essas realidades em sala de aula e, que conhecem as mazelas de lecionar no Brasil, e mesmo assim, nunca fora pedido a opinião desses profissionais para nada.
O caso é sério e acho que està mais que na hora de algo realmente consistente acontecer na estrutura educacional do nosso país, tendo em vista que esse modelo que aí está não funciona para a maioria dos nossos educandos.
Segundo o SITE, reter o aluno possibilita uma grande chance de que ele seja reprovado novamente ou abandone a escola.
Vera Masagão, pesquisadora e coordenadora geral da Ação educativa em São Paulo, Comenta que:
"A repetência não traz benefícios para o aluno. Ele não vai aprender mais ao ser afastado de sua turma e passar mais um ano assistindo às mesmas aulas dadas no ano anterior. É preciso avaliar quais são suas deficiências. Não basta passar de ano. O importante é aprender."
Creio que a maioria dos professores da educação básica concordam plenamente com a reportagem do site e da pesquisadora Vera Masagão. Porém, como fica o desempenho do aluno fora da escola, ou seja, ao fazer o vestibular, entrevista de emprego ou um concurso público? Será que o aluno encontrará as mesmas Facilidades da aprovação automática na vida? É preciso refletir sobre essas ações ou seja, as universidades públicas precisam se adequar a esse aluno que sai da escola sem condições nenhuma de passar em um vestibular público. Criar cotas para o aluno semi-analfabeto.
Ou será que para os nossos governantes esse tipo de aluno não fará falta para o mercado de trabalho?
É por isso que dizem que o Brasil é o país do futuro, porque ele nunca terá um presente.
O que realmente pode ser feito de objetivo para rever essa defasagem de nossos estudantes de escola pública? Buscar O modelo educacional europeu, como acontece, funciona de fato para um país que possui uma estrutura social e econômica totalmente Deficientas para atender a sua população? As perguntas são pertinentes, pois são de fatos os professores que estão vivendo com essas realidades em sala de aula e, que conhecem as mazelas de lecionar no Brasil, e mesmo assim, nunca fora pedido a opinião desses profissionais para nada.
O caso é sério e acho que està mais que na hora de algo realmente consistente acontecer na estrutura educacional do nosso país, tendo em vista que esse modelo que aí está não funciona para a maioria dos nossos educandos.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
A sombra oculta
Imagem retirada da Internet
Acabou a força;
acende o lampião.
Acabou o arroz;
mas não o feijão.
Acabou a massa;
não asse o pão.
Acabou a gasolina;
vá a pé então.
Acabou as lágrimas;
alegrou-se o coração.
Acabou o olhar;
também a admiração.
Acabou a cultura;
pela má educação.
Acabou a luta;
mas a batalha não.
Acabou a vida;
na morte pode estar a explicação.
Tudo passa, tudo acaba, tudo é pura ilusão.
Acabou a força;
acende o lampião.
Acabou o arroz;
mas não o feijão.
Acabou a massa;
não asse o pão.
Acabou a gasolina;
vá a pé então.
Acabou as lágrimas;
alegrou-se o coração.
Acabou o olhar;
também a admiração.
Acabou a cultura;
pela má educação.
Acabou a luta;
mas a batalha não.
Acabou a vida;
na morte pode estar a explicação.
Tudo passa, tudo acaba, tudo é pura ilusão.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
O nosso Ministro da Educação, Fernando Haddad, pretende, e conseguirá, lógico, aumentar o número de dias letivos no Brasil de 200 para 220, com a desculpa que o aumento de dias acarretará
um maior desenvolvimento de aprendizagens dos nossos educandos.SERÁ...?
O problema não é quantidade e sim qualidade...o professor, que já tem que dobrar de turno pra não faltar em casa a carne de segunda, acabará, mais do que já é, stressado, com salas superlotadas e a grande vontade de não estudar de nossos estudantes de escolas públicas que sabem que não precisam se esforçar para passar de ano. PARABÉNS a todos que auxiliam, desde que essa terra foi "descoberta", para uma fragmentação da educação. Esse imperialismo da mente da população Brasileira dará frutos (podres como sempre), para uma não e sempre educação brasileira. E o salário oh!!!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
LOBOS
Na fila pra comprar pão
No bar, no cinema, na televisão
Na sala de estar, no chuveiro
No futebol aos domingos, no goleiro
Estão ai, ali, nesse vai e vem da vida
Contemplando seus velórios, com tristezas e alegrias
Brindando, bebendo, cantando e chorando
Plantando, comendo, dormindo e votando
Nessa vida, nesse imenso todo
Nessa competição de dúvidas desse jogo
Caindo, levantando, criando e destruindo
Amando, matando, sofrendo e sorrindo
Sem saber ou até mesmo sabendo
Aceitando, mas não entendendo
Achando-se belos e com astúcias
Cavam inconsciente suas sepulturas
Assim é o bicho homem
Na plenitude do seu egoísmo
Mesmo condenando o melhor dos homens
Traz em seu pescoço um crucifixo
No bar, no cinema, na televisão
Na sala de estar, no chuveiro
No futebol aos domingos, no goleiro
Estão ai, ali, nesse vai e vem da vida
Contemplando seus velórios, com tristezas e alegrias
Brindando, bebendo, cantando e chorando
Plantando, comendo, dormindo e votando
Nessa vida, nesse imenso todo
Nessa competição de dúvidas desse jogo
Caindo, levantando, criando e destruindo
Amando, matando, sofrendo e sorrindo
Sem saber ou até mesmo sabendo
Aceitando, mas não entendendo
Achando-se belos e com astúcias
Cavam inconsciente suas sepulturas
Assim é o bicho homem
Na plenitude do seu egoísmo
Mesmo condenando o melhor dos homens
Traz em seu pescoço um crucifixo
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Escola, alunos, horários. Razão impura.
estou aqui com voz e giz. Estamos aqui e em outros mundos. Mundos que cada um que aqui estuda ou trabalha traz consigo.
Estudar e brincar , estudar e namorar, estudar e provocar, estudar e testar. Testar o teste dos há muitos testados. Quem de voz nunca fora testado por vossos alunos; com isso eles crescem, evoluem, criam convicções que só a adolescência traz consigo.
Pensamento mágico, mágico pensamento. Para eles tudo é magia, pena, pois quando crescem, perde essa rica forma de pensar.
Adolescência, quem nunca foi adolescente? sim, sei, você não foi como esse são. Sim, mas, sabe; a adolescência sai de você, mas você nunca sai da adolescência.
Quando fomos adolescentes, também tínhamos, creio eu, algumas contestações caladas. Caladas, porque fomos obrigados pela nossa educação.
Póstumos, somos póstumos no pensamento de cada um deles, desde o mais sisudo sínico, até o mais doce dos éticos.
Não ignoremos a existência, a sutil existência da vida.pois eles querem, porém esqueceram, Esqueceram, talvez, pela falta de lógica de nossos tempos, que a educação é o ápice da vida. Tempos esse, que consome o tempo reflexivo, ou seja a precisão de pensar por si só.
estou aqui com voz e giz. Estamos aqui e em outros mundos. Mundos que cada um que aqui estuda ou trabalha traz consigo.
Estudar e brincar , estudar e namorar, estudar e provocar, estudar e testar. Testar o teste dos há muitos testados. Quem de voz nunca fora testado por vossos alunos; com isso eles crescem, evoluem, criam convicções que só a adolescência traz consigo.
Pensamento mágico, mágico pensamento. Para eles tudo é magia, pena, pois quando crescem, perde essa rica forma de pensar.
Adolescência, quem nunca foi adolescente? sim, sei, você não foi como esse são. Sim, mas, sabe; a adolescência sai de você, mas você nunca sai da adolescência.
Quando fomos adolescentes, também tínhamos, creio eu, algumas contestações caladas. Caladas, porque fomos obrigados pela nossa educação.
Póstumos, somos póstumos no pensamento de cada um deles, desde o mais sisudo sínico, até o mais doce dos éticos.
Não ignoremos a existência, a sutil existência da vida.pois eles querem, porém esqueceram, Esqueceram, talvez, pela falta de lógica de nossos tempos, que a educação é o ápice da vida. Tempos esse, que consome o tempo reflexivo, ou seja a precisão de pensar por si só.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Vamos...
Vamos sem destino por esse mundo,
porque nada está traçado.
O que temos a nossa frente
é o medo de nós mesmo.
Vamos, o caminho é longo,
a cada minuto a vida se esvai,
precisamos tentar vencer o tempo
usando cada segundo a nosso favor.
Encontraremos muitos obstáculos
pela frente e, lembraremos na velhice
que foi fácil demais,
vamos o tempo está indo sem nós.
porque nada está traçado.
O que temos a nossa frente
é o medo de nós mesmo.
Vamos, o caminho é longo,
a cada minuto a vida se esvai,
precisamos tentar vencer o tempo
usando cada segundo a nosso favor.
Encontraremos muitos obstáculos
pela frente e, lembraremos na velhice
que foi fácil demais,
vamos o tempo está indo sem nós.
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